DA CIDADE DE SÃO PAULO RETRATANDO A
BOEMIA E SEUS TIPOS MAIS TRADICIONAIS.


Com forte influência da linguagem pop, as esculturas em tamanho natural estabelecem uma rápida ligação entre espectador / objeto, levando o público a interagir com a instalação, tornando-o, também, parte dela.

Por meio dessa interlocução com os signos, as artistas inserem o espectador na obra e apresentam uma possibilidade de fruição estética em meio à urbe, suscitando questionamentos sobre as diferentes formas de apropriação do espaço público e os novos caminhos da arte contemporânea.

Os personagens são basicamente modelados em papel, cola e gesso. Muito perfeito, me apaixonei pelo trabalho quando vi.

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A "Lora" é sucesso em BH. Localizada logo na entrada do Mercado Central, tem um cercadinho para evitar que congestione os corredores. E toma multa se alguém biritar do lado de fora. Daí imagina, o povo se espreme como pode. E o atendimento, apesar da loucura, é inexplicavelmente eficiente.
Todo mundo conhece a 'Lora'. Pedem para tirar fotos. Gritam com a intimidade de quem chama a vizinha. Gritam mesmo, a gente ficou olhando assutado. Mas é tudo diversão. Vale tudo para comer o famoso Fígado acebolado com jiló (acima). Vale mesmo. Até dividir o mesmo metro quadrado com outras 3 ou 4 pessoas. E em pé. Se abanando com o copo na mão.
O prato desse ano é o Pura Garra da Lora. Nome estranho? É que é feito com garrão, aquele músculo duro do boi. E tem uma estória lá do passado batalhador da 'Lora', que já teve de dar a volta por cima, mas que vai ficar pra depois. Não queremos chorar agora, apenas tomar mais uma e brindar com ela.