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sexta-feira, 15 de abril de 2011

EVERYBARES

EVERYBARES HOMENAGEOU OS 454 ANOS
DA CIDADE DE SÃO PAULO RETRATANDO A
BOEMIA E
SEUS TIPOS MAIS TRADICIONAIS.


Foram criadas 44 esculturas em tamanho natural que representaram um típico bar paulistano. As figuras são feitas de uma mistura de cola, cimento, jornal velho e gesso e receberam roupas e acessórios de brechós.



Pra quem não conheçe as artistas plásticas Gigi Manfrinato e Sandra Lee, são elas elaboram trabalhos de intervenção urbana desde a década de 80 - já montaram uma instalação em um ônibus que passeava pela cidade com suas esculturas.


Com forte influência da linguagem pop, as esculturas em tamanho natural estabelecem uma rápida ligação entre espectador / objeto, levando o público a interagir com a instalação, tornando-o, também, parte dela.




Por meio dessa interlocução com os signos, as artistas inserem o espectador na obra e apresentam uma possibilidade de fruição estética em meio à urbe, suscitando questionamentos sobre as diferentes formas de apropriação do espaço público e os novos caminhos da arte contemporânea.




O clima dos bares e a solidão dos frequentadores da noite que buscam companhia nos botecos da cidade são personificados nos bonecos em tamanho natural.


As artistas criaram a instalação “EVERYBARES”, reunindo duas de suas originais crônicas do cotidiano -“Botequim” e “A Fila”- que vale muita a pena conferir também. Sucesso absoluto de crítica e público.



Se tivesse um boteco adoraria ter um boneco desses. Esculturas e intervenções urbanas.

Os personagens são basicamente modelados em papel, cola e gesso. Muito perfeito, me apaixonei pelo trabalho quando vi.


Conheço esse cara de algum lugar...kkkk


CONTATOS:
Gigi Manfrinato - Cel.: (11) 9777-4937 / Tel.: (11) 3433-5811
E-mail: gigi.manfrinato@gmail.com

Sandra Lee - Cel.: (11) 9113-6013 / Tel.: (11) 2261-3997
E-mail: sandra.lee@uol.com.br

Blog: http://gigisandra.wordpress.com

quinta-feira, 7 de abril de 2011

PARABÉNS MUSSUM

ESSE TEM TUDO A VER COM SAMBA, COM
BOTEQUIM E COM SUCO DE CEVADIS...RS

Se estivesse vivo, Antônio Carlos Bernardes Gomes comemoraria 70 anos de idade nesta quinta-feira 07. Não lembra? Como não, cacildis!? Isso mesmo, no dia 7 de abril de 1941 nascia o mais trapalhão dos trapalhões, o mais original dos originais, o mais carioca dos cariocas.

Mussum criou seu próprio sotaque e dialeto. Por isso, a origem fluminense não é tão lembrada. Porque ele não reproduzia sotaques. Até hoje, ele é incansavelmente copiado, sempre que se quer dar um tom de irreverência para alguma coisa. Mussum era, e ainda é, a irreverência.

O que não é sabido por todos é que, antes do sucesso no humorístico com seu amigo Renato Aragão, Antônio Carlos Bernardes Gomes já tinha certo reconhecimento com o grupo Os Originais do Samba. Podia ainda não ser um trapalhão, mas, com certeza, já era e sempre será o Mussum!

"Mé", "Ampola do diurético", "Cacildis", "Só no forevis", "Suco de cevadis", "Leite de morcego". É praticamente impossível a qualquer pessoa que vivenciou as três décadas que antecederam o século XXI não conhecer essas frases criadas pelo Mumu da Mangueira.

Segue um filminho onde o Mumu e o lendário Tião Macalé (Nojento)
mestres do 171, tentam dar uma pindureta no boteco do Didi Mocó.
MUITO BOM!!!



Saúdis, um brindis pela catiguria dus crientis!!!

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

EDUARDO MAYA

CRIADOR E COORDENADO DO FESTIVAL
Comida di Boteco

Desde quando tudo começou já se passaram 11 anos e, sem perder o fôlego, o
Comida di Buteco vem se consolidando como um dos mais importantes concursos
gastronômicos do Brasil. Confira o que o idealizador do evento, Eduardo Maya, tem a
dizer sobre o evento, o concurso de receitas e o jiló.

O Comida di Buteco já acontece há 11 anos e hoje
para a surpresa de muitos – ele já está presente em cinco estados do Brasil.
Exatamente. Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiás e Bahia.
Ano que vem nós iremos para Manaus, Belém, talvez Fortaleza e Juiz de Fora.
Aí ficaremos com 15 cidades e mais 3 estados.

Esse concurso ganhou toda essa notoriedade.

GUILHERME STUDART

NOME POR TRÁS DO 'RIO BOTEQUIM',
GUILHERME STUDART TEM UM ROTEIRO
QUE VAI MUITO ALÉM DO PÉ-SUJO

RIO - O carioca Guilherme Studart tem coração boêmio e cabeça de economista.
A combinação deu certo. Resultou no boêmio mais bem organizado do Rio, para
sorte de quem o tem acompanhado por restaurantes, botecos e até mercearias de
toda a cidade. Toda mesmo. Nos últimos cinco anos, esteve em pelos menos 600
casas do tipo. Registrou-as todas em planilhas, com respectivos cardápios,
comentários etc. Informação preciosa, mas nada sigilosa. Pelo contrário.
No próximo dia 17, ele lança o guia "Rio Botequim 2010",
com nada menos que 200 desses destinos.

Acostumado a exóticos sabores de várias latitudes, Guilherme resolveu criar caravanas gastronômicas pelo Rio. A primeira foi em maio de 2006. Desde então, foram dez, cada
qual com seu tema principal. Os melhores bolinhos de bacalhau da cidade. Ou as melhores codornas. Ou empadas. Ou jilós (!). Sucesso. Já participaram cerca de
200 pessoas - incluindo nomes exigentes da gastronomia, como Troisgros e as
nossas Luciana Fróes e Deise Novakoski. Só peso pesado.

Nelson Vasconcelos - Jornal O Globo.

O guia Rio Botequim é uma aventura gastronômica pelos botecos da Cidade Maravilhosa.
Além de revelar as melhores comidinhas e petiscos de mais de 70 bares cariocas, o guia
traz as características de preparo e a história de 20 quitutes, como bolinho de bacalhau, empadinha de camarão e feijoada.

No final do ano passado, foi lançado o Rio Botequim 2010, com mais de 200 bares
de destaque em diferentes modalidades: pé-sujo, pé-limpo, tradicional, popular,
informal, adega, mercearia e armazém.

sábado, 30 de outubro de 2010

O LENDÁRIO ANÍSIO SANTIAGO


Anísio Santiago nasceu no dia 2 de fevereiro de 1912, na fazenda Bonfim, zona rural de Salinas. Ali cresceu e viveu sua infância e adolescência ao lado dos pais e irmãos. Aos doze anos de idade, escondido do pai, experimentou beber cachaça pela primeira vez. Não gostou. Desde então jamais bebeu cachaça em toda a sua vida. Entretanto, quis o destino que a cachaça tivesse importância fundamental em sua vida. Faleceu no dia 22 de dezembro de 2002, aos 91 anos. Em vida foi uma lenda. Transformou-se no maior ícone da história da cachaça brasileira. É impossível falar ou escrever sobre cachaça sem tecer comentário ao seu nome e ao seu feito. Mesmo após a sua morte em 2002, ainda desperta curiosidade em muitas pessoas. Ainda muito se fala e se escreve a seu respeito e do legado que deixou. Deixou grande lição de vida e demonstrou que é possível crescer e construir uma vida respeitável e obter a admiração de todos. Sempre permaneceu fiel aos seus ideais e princípios que acreditou serem verdadeiros.

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA SANTIAGO,
Roberto Carlos Morais. O Mito da Cachaça Havana -Anísio Santiago.
Belo Horizonte: Cuatiara, 2006, 292 páginas.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

BAR DA LORA EM BELO HORIZONTE - MG

A "Lora" é sucesso em BH. Localizada logo na entrada do Mercado Central, tem um cercadinho para evitar que congestione os corredores. E toma multa se alguém biritar do lado de fora. Daí imagina, o povo se espreme como pode. E o atendimento, apesar da loucura, é inexplicavelmente eficiente.

Todo mundo conhece a 'Lora'. Pedem para tirar fotos. Gritam com a intimidade de quem chama a vizinha. Gritam mesmo, a gente ficou olhando assutado. Mas é tudo diversão. Vale tudo para comer o famoso Fígado acebolado com jiló (acima). Vale mesmo. Até dividir o mesmo metro quadrado com outras 3 ou 4 pessoas. E em pé. Se abanando com o copo na mão.
O prato desse ano é o Pura Garra da Lora. Nome estranho? É que é feito com garrão, aquele músculo duro do boi. E tem uma estória lá do passado batalhador da 'Lora', que já teve de dar a volta por cima, mas que vai ficar pra depois. Não queremos chorar agora, apenas tomar mais uma e brindar com ela.

E comer o garrão com molho de malzbier acompanhado de purê de mandioca com queijo e jiló na chapa com linguiça. E arrematar com o fígado. Nunca pensei que fígado com jiló pudesse ficar tão bão.

Pura criatividade da Lora!

Bar da Lora
Avenida Augusto De Lima, 744
Mercado Central - Loja 115
Centro - Belo Horizonte - MG
Matéria Escrita por Marcelo Katsuki