segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

SUJINHO, BISTECA D´OURO OU BAR DAS PUTAS...

CHAME COMO QUISER!
QUEM NUNCA FOI DEVE IR CONHECER
O FAMOSO
SUJINHO E SABOREAR SUA
DELICIOSA BISTECA.


Conheci o sujinho no inicio da década de 80 fui levado pelo meu pai (Zeca) para rasgar uma suculenta Bisteca, como naquela época eu já tinha um apetite especial por carnes grelhadas, rasguei uma picanha também.

O Sujinho surgiu na década de 60 na região da Consolação, sua vizinhaça mais conhecida como a boca do lixo, devido aos muitos tchutcheiros e prostitutas que ali habitavam, deram o segundo apelido pro restaurante "Bar das Putas". O Apelido "Sujinho" diz a lenda que na época o movimento era tão grande que os garçons, entre uma mesa e outra, não tinham tempo para limpar as migalhas que caiam no chão. Com isso, os clientes carinhosamente o batizaram com o nome de Sujinho, aham.....rs. Pelo jeito o banheiro também não dava tempo, se o cliente fosse ao banheiro antes de comer, garanto que não ficava.


Numa ocasião fui com uns amigos fechar a noitada, ao chegar sentamos e avisamos a um amigo (Darren Mitchel) que nunca tinha ido ao restaurante para que não fosse no banheiro antes. Não adiantou, quando voltou seu pedido foi um polenguinho. Acredite se quiser, o polenguinho tinha um fio de cabelo grudado....kkkkk

Ventura - Garçon da casa

Desde sua reforma eu nunca mais fui, preferia aquele ambiente descolado tipo botequim pé sujo, sempre muito democrático circulavam por ali diversos tipos de clientes, artistas, prostitutas, médicos, políticos, boêmios, socialites, esportistas entre outros. Serviam desde executivos na hora do almoço até os baladeiros na madrugada. Na época o preço era justo, não sei se depois da reforma os preços também mudaram....

Sujinho – Bisteca D’Ouro
Rua Consolação, 2078 - (11) 3231-5207

domingo, 16 de janeiro de 2011

TORRESMO À PURURUCA

INGREDIENTES:
1 kg de toucinho
1 colher (sopa) de álcool
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
sal à gosto

MODO DE PREPARO:
Lave 1 kg de toucinho(a parte mais gorda), seque com toalha de papel,
corte em cubos e tempere com sal, 1 colher (chá) de bicarbonato de sódio e
1 colher (sopa) de álcool.

Numa panela, cozinhe o toucinho em água fervente (160ml), mexendo de vez em
quando, por 20 minutos, ou até a água secar e o toucinho amarelar.
Transfira o toucinho para uma paneira e deixe escorrer.

No momento de usá-lo, aqueça o óleo numa panela e frite o toucinho,
mexendo de vez em quando, por 35 minutos, ou até ficar pururuca.
Retire com uma escumadeira, deixe escorrer sobre uma peneira para
eliminar o excesso de gordura. BOM APETITE!!!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

O MISTÉRIO DO COLARINHO BRANCO

CHOPE SEM COLARINHO É CRIME DE QUEM
SERVE E CASTIGO PRA QUEM BEBE.


Os experientes tomadores de chope migram de boteco em boteco sempre em busca da qualidade ideal: chopinho bem gelado colarinho cremoso, servido no copo "Rabo de Peixe", conhecido mais popularmente por "Cristal". Diplomado em "Cultura de Boteco", Cadu Gardel partiu em busca do liquido precioso quando ainda era criança, acompanhando o pai de bar em bar. Ele deixa claro que só tomava refrigerante, mas ficava antenado na avaliação que o pai fazia, em todos os lugares que visitavam.

Qualidade: o segredo é saber "tirar"
"Eu tenho saudades do barril de madeira, da chopeira a gelo e serpentina, do artesanal e cremoso chope geladinho. É fato que com o passar dos anos, devido ao alto custo de manutenção, tudo isso infelizmente foi substituído por chopeiras ínfimas e de regulagem padronizada que comprometem a qualidade do produto", lamenta Cadu.

Cadu Gardel: chope como antigamente

Ele explica que quando surgiu a oportunidade de recriar um templo da bebida, usou todos os conhecimentos adquiridos em suas andanças para obter o chope ideal. Dessa forma nasceu o boteco "Rabo de Peixe", batizado com esse nome para homenagear o copo que se tornou uma espécie de trofeu para os botequeiros. Quem sabe que o colarinho cremoso é tirado de outro barril, mais gelado, girando numa serpentina especial e colocado por cima do liquido dourado? Cadu e os especialistas na matéria sabem. Esse é o mistério do chope de colarinho denso, que faz a festa dos freqüentadores do Rabo de Peixe, do Moça Bonita e do Java Café. O resto é espuma.

Essa matéria foi escrita alguns anos atrás, quando Cadu ainda fazia parte da sociedade dos bares citados acima, hoje ele se encontra em Maceio, onde foi premiado pelo melhor chope da cidade pela revista Veja no bar que montou O Alagoana.

Fonte: Revista Baixo Olimpia / Texto: Cadu Gardel

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

ISSO É COISA PRA MACHO...

JÁ VIU UMA OXOTA ABERTA E SUADINHA?

Aposto que pensou bobagem né?!
Trata-se de uma cerveja russa de alto teor alcoólico
com 8% de álcool contra 4,5 à 5% de média das
nossas brasileiras. Uma marreta heim?!

Se pronuncia "Arrota" e é produzida pela
fábrica da Heineken, na Rússia,
a Bochkarev Brewery.

sábado, 8 de janeiro de 2011

FRASES GENIAIS DOS JOGADORES DE FUTEBOL


Chegarei de surpresa dia 15, às duas da tarde, vôo 619 da VARIG.
(Mengálvio, ex-meia do Santos, em telegrama à família quando em excursão à Europa)
Tanto na minha vida futebolística quanto com a minha vida ser humana.
(Nunes, ex-atacante do Flamengo, em uma entrevista antes do jogo de despedida do Zico)
Que interessante, aqui no Japão só tem carro importado.
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)
As pessoas querem que o Brasil vença e ganhe.
(Dunga, em entrevista ao programa Terceiro Tempo)
Eu, o Paulo Nunes e o Dinho vamos fazer uma dupla sertaneja...
(Jardel, ex-atacante do Grêmio)
O novo apelido do Aloísio é CB, Sangue Bom.
(Souza, meio-campo do São Paulo, em uma entrevista ao Jogo Duro)
A partir de agora o meu coração só tem uma cor: vermelho e preto.
(Jogador Fabão, assim que chegou no Flamengo)
Eu peguei a bola no meio de campo e fui fondo, fui fondo e chutei pro gol.
(Jardel, ex- jogador do Vasco e Grêmio, ao relatar ao repórter o gol que tinha feito)
A bola ia indo, indo, indo... e iu!
(Nunes, jogador do Flamengo da década de 80)
Tenho o maior orgulho de jogar na terra onde Cristo nasceu.
(Claudiomiro, ex-meia do Inter de Porto Alegre, ao chegar em Belém do Pará para disputar uma partida contra o Paysandu, pelo Brasileirão de 72)
Nem que eu tivesse dois pulmões eu alcançava essa bola.
(Bradock, amigo de Romário, reclamando de um passe longo)
No México que é bom. Lá a gente recebe semanalmente de 15 em 15 dias.
(Ferreira, ex-ponta esquerda do Santos)
Quando o jogo está a mil, minha naftalina sobe.
(Jardel, ex-atacante do Vasco, Grêmio e da Seleção)
O meu clube estava a beira do precipício, mas tomou a decisão correta, deu um passo a frente
.
(João Pinto, jogador do Benfica de Portugal)

Na Bahia é todo mundo muito simpático. É um povo muito hospitalar.
(Zanata, baiano, ex-lateral do Fluminense, ao comentar sobre a hospitalidade do povo baiano)

APROVEITANDO, SEGUE UMAS DO INESQUECIVEL VICENTE MATHEUS, ETERNO PRESIDENTE DO CORINTHIANS.

Jogador tem que ser completo como o pato, que é um bicho aquático e
gramático.

(O pato em questão é a ave, pois o Pato jogador não havia nascido ainda...rs)
O difícil, como vocês sabem, não é fácil.

(Ah vá?!)

Tive uma infantilidade muito difícil.
(Nooooossa)
O Sócrates é invendável, inegociável e imprestável.
(Vicente Matheus, ao recusar a oferta dos franceses na venda do Dr. Sócrates)
Quem está na chuva é para se queimar.
(Caraca...)
Agradece a Antártica pelas Brahmas que mandaram.
(Isso ocorreu muito antes da fusão entre as marcas, o véio era um profeta...rs)
Peço aos corinthianos que compareçam às urnas para naufragar nossa chapa.
(Opa tamo lá...)
O nosso mais novo reforço para compor a zaga é o Quero-Quero.
(Vicente Matheus falando da contratação do jogador Biro-Biro)
Minha gestação foi a melhor que o Corinthians já teve.
(Meu Deus!!!)
Comigo ou sem migo o Corinthians será campeão.
(É isso aí mano!)

TONELZINHO DE BREJA

Comboio de tonéis de cerveja complica o trânsito no Canadá. Carga provocou o fechamento de rodovias entre porto e fábrica em Toronto. Tonéis importados da Alemanha vão ser usados na fermentação da bebida.

Se tiver atrapalhando muito, manda aqui pra nós, já estamos acostumados com transito em Sampa....rs

Tonéis gigantes de cerveja com capacidade de 6 milhões de garrafas cada em sua jornada do porto canadense de Hamilton até fábrica da Molson Coors em Toronto na noite desta sexta-feira 06/01/11. O comboio provocou fechamento de estradas e causando interrupções temporárias da transmissão de energia elétrica no caminho. Os seis tonéis são importados da Alemanha e vão ser usados na fermentação da cerveja. (Foto: AP)

Fonte: globo.com

domingo, 2 de janeiro de 2011

RECEITA DE RÃ À DORÊ


INGREDIENTES:
6 rãs grandes
1 dente de alho
Sal e pimenta a gosto
Suco de 1 limão médio
Farinha de trigo para empanar
Óleo para fritar

MODO DE PREPARO:
Tempere as rãs com o alho, sal, pimenta e limão.
Deixe descansar por 20 a 30 minutos no tempero.
Passe na farinha de trigo, batendo bem para tirar o excesso.
Frite em óleo quente abundante.
BOM APETITE!!!

PADARIA ITALIANA SÃO DOMINGOS

Uma das grandes tradições são as padarias italianas, onde pode-se encontrar ainda comida típica; como pão italiano, lingüiça calabresa, queijo, azeitona, berinjela, sardela, doces e a famosa sfogliatelle. além de grande variedade de vinhos. Sem dúvida nenhuma, entra as padarias tradicionais do bairro do bexiga destaca-se a "São Domingos" que sobrevive há 4 gerações.

Fundada por Domenico Albanese, a padaria foi passando de pai para filho na seqüência: Felipe Albanese (filho), Domenico Albanese (neto) e Felipe. Eliana e Silvio Albanese (bisnetos). Domingos Albanese nasceu em Lauria, região da Calábria em 1861. Chegou ao Bexiga com seu irmão Braz, e , em 1913, construiu uma casa na rua São Domingos 330, onde instalou a padaria São Domingos. Vindo da Itália como tenente oficial da Guarda Nacional, no inicio, Domenico teve que se dedicar muito e, com uma carrocinha puxada a burro fazia a entrega dos pães pelas ruas do bairro e acabou aprendendo a profissão de padeiro. Em 1935 Domenico Albanese casou-se pela segunda vez com Maria Albanese que é uma grande abnegada da Igreja N. S. de Achiropita. Em 1945 faleceu aos 84 anos deixando uma das primeiras padarias italianas do bairro.

Fontes: Viagem a fora e o site da são domingos

Rua São Domingos, 330, Bela Vista
Tel. 3104.76003242.3677

http://www.paoitalianosaodomingos.com.br/
Segunda á Sábado das 7h00 ás 20h00 e
aos Domingos das 7h00 ás 15h00.

BAR DAS BATIDAS "CU DO PADRE"

Apelidado de "cu do padre" por estar localizado atrás da igreja de Nossa Senhora de Monte Serrate, o Bar das Batidas é comandado desde sua inauguração, em 1954, por Narciso Moreira, a grande tirada do lugar, que chama qualquer cliente de sócio. Pessoalmente, ele prepara as famosas batidas que dão nome ao boteco.

De vários sabores, elas são feitas à base de vodca e vinho, nada de pinga. Para petiscar, somente ricota, provolone e calabresa. De quinta a sábado são os dias mais concorridos, com universitários fazendo um "esquenta" antes de seguir para as casas noturnas da região.

A diversão era ver o sócio em ação com seus malabares preparando suas famosas batidas eu tive o prazer de ver ainda com 14 anos levado pelo Zeca. Entre as mais famosas tem a pesserango, salomé e a domingueira, caipira de limão com um toque de maracujá.

Ouvir disser quem assumiu o bar era o Junior filho do Sócio, depois ouvi que haviam vendido, precisamos ir lá pra conferir o que mudou no lendario cu do padre.

Fontes: Blogs Boteco do jb e Carne crua

Rua Padre Carvalho, 799 - Largo da Batata -Pinheiros - Zona Oeste

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

HAPPY NEW YEAR !!!


"Festejar, comemorar, comer e beber bastante nas festas de final de ano não é o que engorda, o que realmente engorda não é o que comemos entre o Natal e o Ano Novo, e sim, aquilo que comemos entre o Ano Novo e o Natal."
Então galera vamos pras cabeças!!!

Um grande abraço à todos espero em 2011
poder postar mais no nosso blog.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

CACHAÇA, PINGA, AGUARDENTE,...

"Água-que-passarinho-não-bebe"
Como diz o ditado, as claras para as misturas, as escuras sempre puras.

Cachaça, pinga, cangibrina, marvada, branquinha e outras são nomes dado à aguardente de cana, uma bebida alcoólica tipicamente brasileira. Seu nome pode ter sido originado da velha língua ibérica (cachaza) significando vinho de borra, um vinho inferior bebido em Portugal e Espanha, ou ainda, de "cachaço", o porco, e seu feminino "cachaça", a porca. Isso porque a carne dos porcos selvagens, encontrados nas matas do Nordeste os chamados caititus era muito dura e a cachaça era usada para amolecê-la. É usada como coquetel, na mundialmente conhecida "caipirinha".

É obtida com fermentação da garapa de cana-de-açúcar. Já a fermentação do melaço dá origem a aguardente. A cana-de-açúcar, elemento básico para a obtenção, através da fermentação, de vários tipos de álcool, entre eles o etílico. Seu teor alcoolico varia de 40º à 50º. A cana-de-açucar é uma planta pertencente à família das gramíneas (Saccharum officinarum) originária da Ásia, onde teve registrado seu cultivo desde os tempos mais remotos da história.

Em São Paulo, os bares campeões em variedades são:
Bar do Leonel, o Filial, o Valadares e o Terra Nova.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

FILÉS FAMOSOS DE CASAS TRADICIONAIS

FILÉ À OSVALDO ARANHA

O Filé à Osvaldo Aranha é um prato típico carioca, homenageando o político gaúcho Osvaldo Aranha. Consiste em um filé mignon alto ou um contra filé, temperado com alho fatiado, acompanhado de batatas portuguesas, arroz branco e farofa.

O prato recebeu seu nome em homenagem ao diplomata brasileiro Osvaldo Aranha, que entre as décadas de 1930 e 1940, costumava almoçar no restaurante Cosmopolita, cujo apelido era "Senadinho" na Lapa, Rio de Janeiro, local de concentração de políticos na época. Ali o diplomata costumava almoçar o prato que levou seu nome. Oswaldo Aranha também pedia o mesmo prato no Café Lamas, que na ocasião também o incorporou ao cardápio.


FILÉ A FRANCESA

Impossível falar de Filé à Francesa sem mencionar o restaurante Lamas, no Rio de Janeiro. Políticos e artistas fizeram a fama do restaurante que mantém no cardápio os pratos que eram servidos a Rui Barbosa, Machado de Assis, Monteiro Lobato, João do Rio e Getúlio Vargas. O mais famoso deles é o filé à francesa.

O medalhão de contra-filé ou mignon grelhado no ponto pedido pelo cliente vem com uma farta guarnição de batata palha misturada à ervilha, cebola e presunto. Como se não bastasse existe por lá o Filé a Oswaldo Aranha, criação da casa e a outra estrela do cardápio.


FILÉ DO MORAES

São Paulo também tem seu filé famoso é o do Moraes o Rei do Filé. Esse filé entrou para a história da Gastronomia Paulistana. Uma história que começou há mais de 80 anos, na rua Conselheiro Crispiniano, no pequeno "Esplanadinha", um bar repleto de políticos, poetas, atores, cantores, cerveja gelada e um incomparável Filé Mignon, sua marca registrada.

O restaurante já foi palco de romances, dramas, discussões políticas e composições musicais que marcaram época. Adoniran Barbosa por exemplo, um dos grandes amantes da Boêmia Paulistana, escolheu o Restaurante Moraes - Rei do Filé, para compor seu "Trem das Onze", enquanto saboreava um bem servido Filé Mignon de aproximadamente 500g.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL!!!!

É Natal! Desejo a todos botequeiros muitas felicidades!
Época de sonhos, esperanças renovadas e mensagens trocadas
com carinho e amizade. Feliz Natal galera.

BEBA COM MODERAÇÃO....KKK

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

CAIPIRINHA

A caipirinha é uma das bebidas brasileiras mais conhecidas internacionalmente. É feita com cachaça, limão taiti não descascado (também conhecido alhures como lima ácida verde), açúcar e gelo. No Brasil, é servida na maioria dos bares e restaurantes.

Pouco se conhece sobre a origem da caipirinha. Muito provavelmente, a mistura de cachaça, limão amassado, açúcar e gelo nasceu no interior do Paraná. Era considerada um poderoso remédio contra a gripe. Da fórmula original, considerada um clássico da coquetelaria internacional, apenas o açúcar e o gelo permanecem intocáveis: em bares de todo o mundo, a receita vem ganhando novas cores e sabores, com ingredientes cada vez mais surpreendentes.

Aos poucos, a cachaça cedeu espaço para a vodca, o rum e o saquê, ao gosto do freguês.
O limão vez por outra dá lugar a frutas tradicionais, como o morango, o maracujá ou a lima. Alguns barmen recentemente têm criado outras receitas de "caipirinhas", e hoje já se podem provar caipirinhas de saquê com lichia ou de carambola com manjericão. Até a laranja, ciriguela e a jabuticaba, geralmente desprezadas, são lembradas. Virou moda também juntar duas, três ou até quatro frutas no mesmo copo. Bom exemplo é a caipirinha de frutas vermelhas, uma combinação de amora, morango e framboesa.

Segue as versões por bares famosos:

  1. Caju com limão - (veloso)
  2. Tangerina com pimenta dedo-de-moça - (veloso)
  3. Carambola com manjericão - (veloso)
  4. Romã com limão - (veloso)
  5. Abacaxi e laranja - (veloso)
  6. Jabuticaba - (veloso)
  7. Lima da pérsia e pimenta rosa - (Outback)
  8. Uva com Manjericão - (Outback)
  9. Morango e gengibre - (Outback)
  10. Melão com limão - (Outback)
  11. Lichia e maracujá - (Outback)
  12. Amora, Morango e Framboesa - (Rabo de Peixe)
  13. Amora, Carambola e Uvas Itália - (Rabo de Peixe)
  14. Abacaxi, Hortelã, Coconnut - (Rabo de Peixe)
  15. Hortelã, Gengibre,Tangerina - (Rabo de Peixe)
  16. Vodca, St. Remy, Tangerina - (Rabo de Peixe)

Todas podem ser preparadas com cachaça, cachaça premium, run, vodca nacional e importada, tequila ou saquê.

FEIJOADA

A explicação popular mais difundida sobre a origem da feijoada é a de que os senhores – das fazendas de café, das minas de ouro e dos engenhos de açúcar – forneciam aos escravos "restos" dos porcos, quando estes eram carneados. O cozimento desses ingredientes, com feijão e água, teria feito nascer a receita. Tal versão, contudo, não se sustenta, seja na tradição culinária, seja na mais leve pesquisa histórica. Segundo Carlos Augusto Ditadi, especialista em assuntos culturais e historiador do Arquivo Nacional do Rio de Janeiro, em artigo publicado na revista Gula, de maio de 1998, essa alegada origem da feijoada não passa de lenda contemporânea, nascida do folclore moderno, numa visão romanceada das relações sociais e culturais da escravidão no Brasil....

A feijoada é um prato que consiste num guisado de feijão com carne, normalmente acompanhado com arroz. Dizem também que é um prato com origem no Norte de Portugal, e que hoje em dia constitui um dos pratos mais típicos da cozinha brasileira. Em Portugal, cozinha-se com feijão branco no noroeste (Minho e Douro Litoral) ou feijão vermelho no nordeste (Trás-os-Montes), e geralmente inclui outros também outros vegetais (tomate, cenouras ou couve) juntamente com a carne de porco ou de vaca, às quais se podem juntar chouriço, morcela ou farinheira.

No Brasil, é feita da mistura de feijões pretos e de vários tipos de carne de porco e de boi, e chega à mesa acompanhada de farofa, arroz branco, couve refogada e laranja fatiada, entre outros ingredientes. Em Portugal, esta versão da feijoada é conhecida como feijoada à brasileira, sendo também comum encontrá-la nos cardápios dos restaurantes portugueses, para além das feijoadas portuguesas.

Não importa, o que importa que a feijuca é
nossa e ninguem tasca!!!


Segue um video de quem mais conhece de feijoada em São Paulo.
José Orlando "Bolinha", dono do restaurante Bolinha, e o Chef Zé Mário
ensinam os truques da feijoada mais famosa da cidade.


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

RECEITA DE BOLINHO DE FEIJOADA

No universo da baixa gastronomia, não há nada mais típico do que uma feijoada.
O cozido de feijão com carnes de porco é obrigatório para qualquer turista que
esteja de passagem pela cidade e motivo de orgulho para os nativos.
Com uma dose de criatividade, a cozinheira Kátia Barbosa recriou esse clássico na
forma de bolinhos crocantes por fora e suculentos por dentro, inovação que
alavanca a fama do Aconchego Carioca. Confira o video:



Ingredientes:
- 2 litros de água
- Meio kg de feijão preto
- 100 g de carne seca dessalgada e cortada em cubinhos
- 100 g de lombo dessalgado e cortado em cubinhos
- 100 g de costelinha dessalgada (ou defumada)
- 1 lingüiça calabresa cortada em cubos
- 1 paio cortado em cubos
- 3 folhas de louro
- 2 colheres (sopa) de azeite
- 3 dentes de alho
- sal a gosto
- 300 g de farinha de mandioca amarela (fina não seja torrada)
- 1 colher (sopa) de polvilho azedo
- 250 g de bacon (para refogar a couve) cortado em cubinhos
- 2 dentes de alho
- 2 maços de couve cortada em tiras
- farinha própria para empanar

Modo de Preparo:
1- Numa panela de pressão coloque 2 litros de água,o feijão
preto, a carne seca dessalgada e cortada em cubinhos, o lombo
dessalgado e cortado em cubinhos, a costelinha dessalgada (ou
defumada), a lingüiça calabresa cortada em cubos, o paio cortado
em cubos e as folhas de louro. Tampe a panela e coloque em fogo
médio por +/- 1 hora, contados após pegar pressão.
Retire totalmente a pressão e abra a panela.

2 - Transfira o feijão, o caldo e as carnes para um
liquidificador (faça isso por partes) e bata bem.

3- Numa panela grande aqueça o azeite, doure os dentes
de alho,refogue o feijão batido e acerte o sal.

4- AOS POUCOS vá acrescentando a farinha de mandioca
amarela (fina que não seja torrada) sem parar de mexer.
Mexa vigorosamente até o tutu soltar do fundo da panela.
Coloque esse tutu pronto em um recipiente para esfriar.

5- Depois do tutu frio, incorpore o polvilho azedo e trabalhe
bem a massa para que fique homogênea (bem lisinha). Reserve.

6- Enquanto isso, numa panela doure o bacon cortado em
cubinhos e os dentes de alho. Acrescente acouve cortada em
tiras e sal agosto e desligue o fogo rapidamente, só para dar
um "susto" na couve.

7- Pegue uma porção da massa e abra um disco na palma de uma
mão. Adicione uma colher da couve refogada no centro do
bolinho e feche-o bem. Passe na farinha para empanar e frite
os bolinhos em óleo bem quente.

Sirva com torresmo, gomos de laranja e uma batidinha de limão para beber.

Aconchego Carioca Bar
Rua Br Iguatemi, 388 - Pça da Bandeira, Rio de Janeiro
(21) 2273-1035 ‎

domingo, 5 de dezembro de 2010

MERCADO MUNICIPAL DE SÃO PAULO

Mas conhecido como "Mercadão" é muito legal. Para quem nunca foi, vale a pena conhecer! O Mercado é um lugar muito agradável, onde podemos encontrar uma imensa variedade de tudo aquilo que se pode imaginar... além de muitos produtos que nem são sonhados por nós até conferirmos de perto. Além dos boxes de quitandas, peixarias, queijos, especiarias, empórios, açougues, (tudo fresquinho e seleciodado) há um mezanino com vários restaurantes para um almoço descontraído ou um lanche rápido (mas isso depende de que dia você decide visitar o Mercado: aos fins de semana e feriados eu diria que não é tão rápido assim, pois o local "ferve" de gente).

O menu é para todos os gostos: vai dos famosos "lanche de mortadela", pernil e pastel de bacalhau até pratos mais sofisticados como paella. Esse é com certeza um dos melhores lugares de SP. Para quem nunca foi, vale a dica.

Curiosidade: O bonde imortalizado por Adoniram Barbosa, no samba Trem das Onze, saía das proximidades do mercado e seguia em direção ao Jaçanã. Fonte: Veja SP
























Rua da Cantareira, Nº 306 - Parque Dom Pedro II
2º Rua paralela à Rua 25 de Março.