QUEM NUNCA FOI DEVE IR CONHECER
O FAMOSO SUJINHO E SABOREAR SUA
DELICIOSA BISTECA.
Conheci o sujinho no inicio da década de 80 fui levado pelo meu pai (Zeca) para rasgar uma suculenta Bisteca, como naquela época eu já tinha um apetite especial por carnes grelhadas, rasguei uma picanha também.
O Sujinho surgiu na década de 60 na região da Consolação, sua vizinhaça mais conhecida como a boca do lixo, devido aos muitos tchutcheiros e prostitutas que ali habitavam, deram o segundo apelido pro restaurante "Bar das Putas". O Apelido "Sujinho" diz a lenda que na época o movimento era tão grande que os garçons, entre uma mesa e outra, não tinham tempo para limpar as migalhas que caiam no chão. Com isso, os clientes carinhosamente o batizaram com o nome de Sujinho, aham.....rs. Pelo jeito o banheiro também não dava tempo, se o cliente fosse ao banheiro antes de comer, garanto que não ficava.
Numa ocasião fui com uns amigos fechar a noitada, ao chegar sentamos e avisamos a um amigo (Darren Mitchel) que nunca tinha ido ao restaurante para que não fosse no banheiro antes. Não adiantou, quando voltou seu pedido foi um polenguinho. Acredite se quiser, o polenguinho tinha um fio de cabelo grudado....kkkkk
Desde sua reforma eu nunca mais fui, preferia aquele ambiente descolado tipo botequim pé sujo, sempre muito democrático circulavam por ali diversos tipos de clientes, artistas, prostitutas, médicos, políticos, boêmios, socialites, esportistas entre outros. Serviam desde executivos na hora do almoço até os baladeiros na madrugada. Na época o preço era justo, não sei se depois da reforma os preços também mudaram....
Sujinho – Bisteca D’Ouro
Rua Consolação, 2078 - (11) 3231-5207



Tonéis gigantes de cerveja com capacidade de 6 milhões de garrafas cada em sua jornada do porto canadense de Hamilton até fábrica da Molson Coors em Toronto na noite desta sexta-feira 06/01/11. O comboio provocou fechamento de estradas e causando interrupções temporárias da transmissão de energia elétrica no caminho. Os seis tonéis são importados da Alemanha e vão ser usados na fermentação da cerveja. (Foto: AP)

Uma das grandes tradições são as padarias italianas, onde pode-se encontrar ainda comida típica; como pão italiano, lingüiça calabresa, queijo, azeitona, berinjela, sardela, doces e a famosa sfogliatelle. além de grande variedade de vinhos. Sem dúvida nenhuma, entra as padarias tradicionais do bairro do bexiga destaca-se a "São Domingos" que sobrevive há 4 gerações.
Fundada por Domenico Albanese, a padaria foi passando de pai para filho na seqüência: Felipe Albanese (filho), Domenico Albanese (neto) e Felipe. Eliana e Silvio Albanese (bisnetos). Domingos Albanese nasceu em Lauria, região da Calábria em 1861. Chegou ao Bexiga com seu irmão Braz, e , em 1913, construiu uma casa na rua São Domingos 330, onde instalou a padaria São Domingos.
Vindo da Itália como tenente oficial da Guarda Nacional, no inicio, Domenico teve que se dedicar muito e, com uma carrocinha puxada a burro fazia a entrega dos pães pelas ruas do bairro e acabou aprendendo a profissão de padeiro. Em 1935 Domenico Albanese casou-se pela segunda vez com Maria Albanese que é uma grande abnegada da Igreja N. S. de Achiropita. Em 1945 faleceu aos 84 anos deixando uma das primeiras padarias italianas do bairro.
Apelidado de "cu do padre" por estar localizado atrás da igreja de Nossa Senhora de Monte Serrate, o Bar das Batidas é comandado desde sua inauguração, em 1954, por Narciso Moreira, a grande tirada do lugar, que chama qualquer cliente de sócio. Pessoalmente, ele prepara as famosas batidas que dão nome ao boteco.
De vários sabores, elas são feitas à base de vodca e vinho, nada de pinga. Para petiscar, somente ricota, provolone e calabresa. De quinta a sábado são os dias mais concorridos, com universitários fazendo um "esquenta" antes de seguir para as casas noturnas da região.
A diversão era ver o sócio em ação com seus malabares preparando suas famosas batidas eu tive o prazer de ver ainda com 14 anos levado pelo Zeca. Entre as mais famosas tem a pesserango, salomé e a domingueira, caipira de limão com um toque de maracujá.


É obtida com fermentação da garapa de cana-de-açúcar. Já a fermentação do melaço dá origem a aguardente. A cana-de-açúcar, elemento básico para a obtenção, através da fermentação, de vários tipos de álcool, entre eles o etílico. Seu teor alcoolico varia de 40º à 50º. A cana-de-açucar é uma planta pertencente à família das gramíneas (Saccharum officinarum) originária da Ásia, onde teve registrado seu cultivo desde os tempos mais remotos da história.

Aos poucos, a cachaça cedeu espaço para a vodca, o rum e o saquê, ao gosto do freguês.














