sábado, 9 de abril de 2011

TREMOÇOS

QUEM JÁ VIU UM PÉ DE TREMOÇOS?
EU JURO QUE NUNCA TINHA VISTO
E NEM IMAGINAVA COMO ERA


Pois é esses são os tremoceiros, bonito né?!


Os tremoços são as sementes das plantas fabáceas conhecidas como tremoceiro especialmente o "tremoceiro-comum", pertencentes ao género Lupinus e usadas na fixação de azoto (nitrogênio) nos solos. Ricos em fibras, proteínas, cálcio, fósforo, potássio, ferro, vitaminas do complexo B e E e ácidos gordos insaturados ómega 3 e 6.

A semente, de cor amarela, não tem aproveitamento agrícola e é geralmente vendida e consumida em conserva como petisco ou aperitivo tipo acepipe, sendo muito comum em cervejarias de Portugal e no Brasil.

Para poder consumir os tremoços sem risco, eles devem ser cozidos e depois cobertos de água mudada com frequência por diversos dias até perderem o seu amargo original, com a eliminação dos alcalóides. Assim preparados, os tremoços não oferecem qualquer risco à saúde.


A Festa dos Tremoços é uma tradição portuguesa,
comemorada em Agosto.


Boteco que se preze tem que ter tremoços para servir aos clientes, então senhores donos favor comprar aquele potão de tremoços e sirva uma porça por conta da casa para seu cliente pegar gosto pelo petisco.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

EXPOSIÇÃO DE RÓTULOS DE CACHAÇA

EXPOSIÇÃO TEM 400 RÓTULOS DE CACHAÇA

Até domingo (10/4), o Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, tem duas exposições que investigam a identidade do design brasileiro. Caprichosamente engarrafada: rótulos de cachaça traz cerca de 400 rótulos, além de pedras litográficas, que fazem parte das coleções do designer gráfico e pesquisador carioca Egeu Laus e do acervo da Fundação Joaquim Nabuco, maior centro de estudos sociais do nordeste brasileiro. A exposição retrata a bebida que sempre esteve presente no cotidiano brasileiro e que circulou em todos os meios sociais. Muitas vezes o rótulo era idealizado pelo próprio dono do alambique e a gráfica apenas o imprimia.

Caprichosamente engarrafada: rótulos de cachaça
Data: até 10 de abril, terça a domingo, das 11h às 20h
Local: Instituto Tomie Ohtake - Avenida Faria Lima, 201, Pinheiros, São Paulo
Contato: (11) 2245-1900

Entrada franca!...Eba!

quinta-feira, 7 de abril de 2011

PARABÉNS MUSSUM

ESSE TEM TUDO A VER COM SAMBA, COM
BOTEQUIM E COM SUCO DE CEVADIS...RS

Se estivesse vivo, Antônio Carlos Bernardes Gomes comemoraria 70 anos de idade nesta quinta-feira 07. Não lembra? Como não, cacildis!? Isso mesmo, no dia 7 de abril de 1941 nascia o mais trapalhão dos trapalhões, o mais original dos originais, o mais carioca dos cariocas.

Mussum criou seu próprio sotaque e dialeto. Por isso, a origem fluminense não é tão lembrada. Porque ele não reproduzia sotaques. Até hoje, ele é incansavelmente copiado, sempre que se quer dar um tom de irreverência para alguma coisa. Mussum era, e ainda é, a irreverência.

O que não é sabido por todos é que, antes do sucesso no humorístico com seu amigo Renato Aragão, Antônio Carlos Bernardes Gomes já tinha certo reconhecimento com o grupo Os Originais do Samba. Podia ainda não ser um trapalhão, mas, com certeza, já era e sempre será o Mussum!

"Mé", "Ampola do diurético", "Cacildis", "Só no forevis", "Suco de cevadis", "Leite de morcego". É praticamente impossível a qualquer pessoa que vivenciou as três décadas que antecederam o século XXI não conhecer essas frases criadas pelo Mumu da Mangueira.

Segue um filminho onde o Mumu e o lendário Tião Macalé (Nojento)
mestres do 171, tentam dar uma pindureta no boteco do Didi Mocó.
MUITO BOM!!!



Saúdis, um brindis pela catiguria dus crientis!!!

PÉ SUJO DE RESPEITO

NO 28, PÉ-SUJO DE RESPEITO, COME-SE UM
CABRITO ASSADO DA MELHOR QUALIDADE.


Na realidade, o 28 se chama Restaurante e Café Pastoria, mas é conhecido por 28 por ser o número em que se encontra na Rua Barão de São Félix, na Gamboa, perto da Central. O 28 é um dos mais autênticos e tradicionais pé-sujos da cidade e o seu forte é a comida, além de só servir cervejas em garrafa, nada de latinhas.


Na frente do negócio, no balcão, na caixa e, quando precisa, na cozinha, o Seu Amândio, há mais de 50 anos na administração da casa, que está com a sua família desde a década de 1930. No interior, os ganchos para pendurar os chapéus que outrora se usavam e o antigo quadro de bebidas (foto abaixo), com muita coisa que nem existe mais, como Achampanhada, Bib-Hop, Brahma Porte, Tab, Crush, Gracola. No cardápio, os pratos do dia são apresentados em uma folha de papel datilografada, isso mesmo, datilografada, em máquina de escrever. Que computador que nada!


Na comida, o forte da casa são a costela com feijão manteiga - R$ 15,00, o polvo à portuguesa - R$ 29,00, o leitão assado com coradas - R$ 28,00 e o cabrito assado com coradas - R$ 29,00, que foi o que escolhemos, macio, bem temperado, desmancha na boca. Nada a dever para os outros cabritos da cidade. Normalmente, os pratos servem duas pessoas, mas como a fome era muito pedimos uma porção de feijão manteiga para acompanhar. Na sobremesa, siga o tradicional: pudim de leite ou Romeu e Julieta (goiabada com catupiri). Bom apetite!

Fonte: Viagem & Sabor - Fotos: Chico Junior

quarta-feira, 6 de abril de 2011

CAUSO MINEIRO

MINEIRIM NO BOTECOO mineirinho entra num boteco e vê o anunciado acima do balcão:

Olhou na carteira para não passar vergonha, ele vai até o balcão
e chama uma das três garotas que ali estão servindo:

- Ô moça, faz favô....
- Sim? - responde ela com um sorriso lindo -
Em que posso ajudar?
- É ocê que acaricia os orgão sexuar dos freguês?
- Sou eu mesma.. - responde ela, com voz 'caliente' e um
olhar bem sensual.
- Então, ocê lava bem as mão, ki eu quero um pão de quejo !

Nóis é jeca mas tem giene!

PÉ DE PORCO


INGREDIENTES:
10 pezinhos, partidos ao meio;
5 batatas, partidas ao meio;
1 cabeça de alho;
3 folhas de louro;
3 colheres de sopa de colorau, vinagre, óleo.

MODO DE PREPARO:
Limpe bem os pezinhos, tendo cuidado de raspar todo os pelos.
Limpe bem entre unhas e coloque-os em água fervendo com vinagre
deixar de molho por uma hora.
Coloque um pouco de óleo na panela de pressão, soque os dentes de alho para
fritar, o tempero, o colorau. Refogue, coloque água e cozinhe por 20 minutos.
Despeje em outra panela junto com as batatas e deixe ferver por mais
20 minutos ou até as batatas ficarem macias.

Sirva com bastante cheiro verde e pãozinho.

BOM APETITE!!!

domingo, 3 de abril de 2011

DICAS DO BOTEQUEIRO

Texto: Constance Escobar - Blog: Por dentro do Rio

sábado, 2 de abril de 2011

MOONSHINES

MAS O QUE É UMA MOONSHINE?

Moonshine é qualquer tipo de álcool feito secretamente para driblar a proibição de bebidas ou altos impostos. O termo é derivado do verbo moonshining”, referente a qualquer profissão ou atividade que fosse feita na calada da noite.

Como as destilarias ilegais tinham que trabalhar longe da vista das autoridades, em horários alternativos ou em lugares remotos, se tornaram conhecidos como moonshiners e o termo passou a ser exclusivamente deles.

Mas é ilegal e perigoso? Exatamente! O moonshine são bebidas feitas de forma totalmente artesanal e em sua grande maioria sem relação nenhuma com a higiene e hábitos condizentes com a vigilância sanitária. E ai, encara um gole?

Muitos casos utilizam ferramentas inadequadas para a produção do álcool, como radiadores de carros em que o contato do líquido com a solda, produtos de limpeza ou até o glicol, um anticongelante muito perigoso para a saúde humana, contamina com alguma substancia perigosa. Até mesmo o modo de fermentação dos produtos utilizados que podem liberar alguma toxina.


Nem sempre o consumo de álcool foi aceito como temos hoje. Mesmo que em alguns países o consumo em público ainda seja proibido é certo que temos leis e atitudes muito mais liberais que nossos antepassados. Com um passado recheado de rigidez legislativa sobre o consumo de álcool ou até as altas taxas que eram praticadas pelos governos criou-se uma cenário próprio para o aparecimento das tão conturbadas moonshines.

Antigamente alguns testes de qualidade eram aplicados como a queima do líquido em uma colher de metal. Se a chama fosse azul provaria a pureza do líquido. Se amarelada continha muitas impurezas e se vermelha continham produtos tóxicos. Uma técnica não muito segura para determinar a qualidade de uma bebida.

Moonshines pelo mundo:

Brasil
Em Brasil há uma tradição antiga de destilamento caseiro, especialmente nas áreas rurais. Licores artesanais (especialmente cachaça e vinho feito em fazendas pequenas) tendem a ser da qualidade boa. Um famoso moonshine que ainda existe por aqui é conhecido como “Maria Louca” (“Mary louca”). É aguardente feito nas cadeias pelos próprios presos.

Canadá
Moonshine é muito utilizado para nomear qualquer bebida caseira. As versões antigas eram feitas provavelmente das peles da batata mas agora a maioria de uso home dos produtores melaço como uma fonte do açúcar. Existe também uma versão legal de Moonshine está agora disponível em torno de Canadá em a maioria de lojas, é destilado a mesma maneira que o moonshine ilegal.

Colombia
Na Colômbia o moonshine é chamado “Tapetusa” ou “Chirrinchi” e é ilegal. Entretanto, é completamente popular em algumas regiões e foi tradicional por centenas dos anos. O custo do tapetusa é uma fração das bebidas alcoólicas legais pesadamente taxadas no país. Os aborígines também faziam sua própria versão da bebida alcoólica chamada “Chicha“antes da chegada de Europeus. Chicha é feito geralmente do milho. Na costa da Colômbia, a tribo de Wayuu produz o “Chirrinche” que é para o consumo e o comércio locais com turistas. Chirrinche é considerado para ser muito forte e produz frequentemente uma ressaca foda.

Dinamarca
Na Dinamarca, o moonshine é consultado a como hjemmebrændt (repouso queimado).

Equador
Em Equador, o moonshine é destilado frequentemente da cana-de-açucar.

Finlandia
O moonshine finlandês é a nossa vodka, feito geralmente de hidratos de carbono fermentado, geralmente grão, açúcar ou batata. O nome o mais comum é pontikk.

Geórgia
Em Geórgia o moonshine tradicional da uva é chamado chach. Também é promovido como “conhaque Georgia” ou “ vodka Georgian”, e comparado a grappa.

Grécia
Em Greece o moonshine é batizado como a Raki (grego: ρακή) no ilha de Creta, Tsikoudia (grego: τσικουδιά) e Tsipouro (grego: τσίπουρο) em outras partes do país.

Guatemala
O termo o mais conhecido na Guatemala o moonshine é cusha. É popular em regiões grandes do campo, onde é feito fermentação das frutas, particularmente para festivais Maia. Se proibido. Cusha é também um artigo de valor para os shamans, que o consomem durante cerimônias de limpeza e os cospem seus “pacientes”.

Ireland
No grão ou a batata basearam o moonshine feito ilegal dentro Irlanda e é chamado poitín. O termo é um diminutivo da palavra pota “um potenciômetro”.

Japão
No Japão, fazer bebida em casa é chamado doburoku. Quando não for um licor destilado, tem uma reputação de ser completamente potente, e está comparado às vezes com o moonshine. Mas as leis do controle do licor do presente proíbem destilação caseira de bebidas que contêm álcool de acima de 1%.

Malásia
No estado de Sarawak em Malásia o moonshine é chamado “Langkau”. E éfeito do vinho fermentado de arroz (tuak).

Nova Zelândia
Nova Zelândia é um do poucos sociedades ocidentais onde a destilação caseira é legal. Na Nova Zelândia, os destiladores e a instrução em seu uso são vendidos abertamente.

Peru
Peru é outro dos poucos países onde o moonshine é completamente legal. A produção e a venda de bebidas alcoólicas homemade são inteiramente não reguladas mas seu consumo é comum em refeições diárias. Pisco é uma das bebidas alcoólicas as mais comuns dentro Peru, embora tipos diferentes de chicha, com seu índice de álcool geralmente baixo, são bastantes consumidas.

Rússia
Na Rússia o nome para toda a bebida alcoólica destilada em casa é samogon (ru: самого́н), traduzido literalmente como o “auto destilado”. A fonte a mais popular para samogon é o açúcar porque é completamente eficaz.

África do Sul
Na África do Sul o moonshine feito de fruta (na maior parte pêssegos ou marulas) é conhecido como mampoer (nomeado após Pedi chefe Mampuru).

Curiosidade:
Moonshine aparece em canções de um número de artistas, como
Bob Dylan, Alfaiate de James, John Denver, Steve Earle,
Jimmy Buffett e Jr. de Williams do Hank.. Zorra Parton cantou
uma canção chamada do “Moonshine Daddy ainda”.

quinta-feira, 31 de março de 2011

CACHAÇA X YOGA

DISSEM QUE CACHAÇA E YOGA DÃO
O MESMO RESULTADO . . .
BRASILEIRO DESCOBRE COMO ALCANÇAR O "NIRVANA" EM POUCAS HORAS. AMBOS OS SISTEMAS DE ELEVAÇĂO ESPIRITUAL SUPERIOR ACABAM PRODUZINDO OS MESMOS RESULTADOS.

CONTRA FATOS NĂO HÁ ARGUMENTOS
(VEJA AS FOTOS ABAIXO).


NA ÍNDIA:
20 ANOS DE MUITO EXERCÍCIO MENTAL, JEJUM, ABSTINĘNCIA, MANTRAS E CONCENTRAÇĂO (MEDITAÇĂO) PARA TOTAL DOMÍNIO DO CORPO, COMO MOSTRA O GRANDE MESTRE YOGA AVTAR CRAHTIWA THOWBINDO PBRUHWNANDA.



NO BRASIL:

EM APENAS 1 HORA NUM BOTECO BEBENDO PINGA, RELAXAMENTO AO AR LIVRE E ALIMENTAÇĂO REDUZIDA A TORRESMO CONFORME DEMONSTRAÇĂO DO GRANDE MESTRE DE OBRAS BAIANO, MANÉ COQUINHO.

Desculpa eu recebi esse e-mail e não poderia deixar de postar...rs

quarta-feira, 30 de março de 2011

SOPA DE CEBOLA DO CEASA

TRADICIONAL SOPA DE CEBOLA DO CEASA
VOLTA
A AQUECER AS NOITES DE INVERNO

Ícone gastronômico de São Paulo entre os anos 70 e 90, a sopa do antigo Ceasa está de volta a Ceagesp neste inverno. Para quem viveu ou quer conhecer a experiência de seu inusitado sabor, pode encontrá-la até 30 de setembro no restaurante montado no Entreposto da Ceagesp, na Vila Leopoldina.

O fato de levar ingredientes como cenoura, carne, amido, muita cebola picada, pão e queijo gratinado é o máximo que se sabe de sua cobiçada receita. Eduardo Affonseca, dono do restaurante que servia a sopa nos anos 80 e 90, até hoje não divulgou a fórmula exata em suas quantidades e modo de preparo. “É um segredo como a Coca-Cola”, despista.

É de Affonseca o projeto da Estação Sopa de Cebola do Antigo Ceasa, na entrada do portão 3 da Ceagesp. Além da disputada sopa, o cardápio oferece caldo verde e de mandioquinha. Patês e pão com manteiga fazem o couvert. Uma refeição completa (um prato de sopa e couvert inclusos) é R$ 15,00. Bebidas e refrigerantes serão cobrados à parte.
Sopa histórica

A história da famosa sopa remonta à construção do Ceasa (Centro Estadual de Abastecimento), atual Ceagesp (Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo), há quase 45 anos.

Dizem que um comerciante passou a juntar ingredientes calóricos à cebola picada para fazer a sopa, que espantava o frio durante as feiras da madrugada, destinadas aos atacadistas e varejistas da época. A receita ecoou entre os comerciantes e depois entre os compradores, até chegar ao público final.

Serviço:
Estação Sopa de Cebola do Antigo Ceasa

Quando: De terça a quintas, das 20h às 2h. Sextas e sábados,
das 20h até o último cliente

Onde: Ceagesp – Entrada pelo Portão 3 (Avenida Gastão Vidigal, 1946)
Quanto: R$ 15,00 com couvert

segunda-feira, 28 de março de 2011

CADÊ O OVO COLORIDO?

DONOS DE BOTEQUINS LAMENTAM FALTA DE PROCURA POR PRATOS TRADICIONAIS DA BAIXA GASTRONOMIA.

Foi-se o tempo em que os balcões de botequim serviam apenas porções de moela, tremoços, torresmo, pernil aperitivo e ovos coloridos. Hoje, com a elevação de pés-sujos à categoria de botecos de grife, a baixa gastronomia carioca e paulistana sofisticaram-se. No cardápio, agora figuram quitutes até pouco tempo atrás impensáveis aos boêmios, como espetinhos de filé mignon e copa assada com molho escuro com legumes crocantes. Esses dois últimos pratos, por exemplo, estão entre os concorrentes do concurso "Comida di buteco", para decidir qual o melhor representante da culinária de botequim.

Para Francisco de Souza, o Chico, dono do boteco que leva seu apelido na esquina das ruas Pardal Mallet e Francisco de Souza, na Tijuca, esse tipo de comida não tem cara de boteco. Eu vendia espetinho de filé com arroz à la grega quando era garçom de restaurante. Nunca vi isso em bar. Mas, hoje, percebo que alguns pratos, como o pé de porco, não interessam aos mais jovens, que preferem frango a passarinho ou algo do tipo.

Outro clássico dos bares cariocas, o ovo colorido, também vem perdendo espaço. Francisco Airton, gerente do bar Novo Rio, na Rodoviária Novo Rio, não se lembra de ter vendido sequer um ovo para menores de 40 anos. A cada ano, a procura diminui. É questão de tempo para desaparecer.

Símbolos derrotados pela modernidade

Apesar de terem uma clientela fiel, alguns aperitivos já estão praticamente fora do mercado. O clássico tremoço, por exemplo, tem pouquíssimos entusiastas. Chico conta que até comprava o acepipe, mas ele acabava estragando por falta de procura. Percebi que não adiantava mais ficar comprando. Na verdade, eu nem vejo mais procura pelos tremoços.

A falta de apego por algumas tradições não afeta apenas as comidas dos botecos. O cearense Joaquim Rodrigues, que comanda o bar Rio-Brasília, na Rua Almirante Gavião 11, na Tijuca, lembra da saudosa cachaça Trianon, cuja fábrica, na Rua 24 de Maio, fechou. Era uma cachaça conhecida em todos os pés-sujos cariocas. Eu tinha muitas garrafas. Mas, hoje, só sobraram as de vinho composto com jurubeba.

SKOL

A cerveja Skol é uma cerveja clara, com aroma refinado e sabor leve e suave. Cerveja Skol é jovem, ousada, irreverente, é a marca referência em eventos e a mais inovadora: foi a primeira cerveja em lata e lata de alumínio do país, a pioneira em garrafa long neck, lata com boca redondona, garrafa big neck e lata de 473 ml. Por tudo isso é a líder em preferência e vendas no Brasil. Anos 1980: E Tome Skol! - 1990/1997: Sai dessa, abre uma Skol! - 1997/2005: A cerveja que desce redondo - 2005/2008: Tá na roda, tá redondo - 2009/2010: Porque redondo é rir da vida - 2010/2011: Um por todos e todos por uma!


Skol é uma marca de cerveja de propriedade da empresa dinamarquesa Carlsberg, com licença para ser fabricada no Brasil pela AmBev. Seu nome vem do sueco skål, que significa "à vossa saúde/à nossa saúde"; expressão comum que antecede brindes.
É hoje a maior do segmento no mercado brasileiro. É comercializada no tipo Pilsen.

A cerveja Skol Pilsen foi lançada em 25 de agosto de 1964 na Europa e chegou ao Brasil em 1967. Sua história é marcada por inovações que revolucionaram o setor. Em 1971 lançou a primeira lata em folha-de-flandres. Também foi pioneira ao lançar a primeira lata de alumínio em 1979. Em 1993 lançou a Skol Pilsen em lata de 500ml garrafa long neck com tampa de rosca.

Cervejaria: AmBev
Grupo:
Anheuser-InBev
Estilo:
Standard American Lager
Álcool (%):
4.7% ABV
Site:
http://www.skol.com.br/
Sazonal:
Não é sazonal
Ativa:
SIM
Temperatura:
0-4 °C
Copo ideal:
Pilsner • Lager (Chope) • Caldereta
Onde comprar:
Supermercados, bares e restaurantes

domingo, 27 de março de 2011

A BAIXA GASTRONOMIA NA TV

Após meses de espera, entrou no ar dia 17/01/11 o primeiro canal brasileiro dedicado totalmente à gastronomia. Inicialmente transmitido apenas pela TVA, a Chef TV chega com a pretensão nada modesta de ser o melhor canal do mundo dedicado a este tema e divide sua programação entre atrações próprias e internacionais.

O canal estreia primeiro em São Paulo, depois começa a ser transmitido também para Rio de Janeiro, Curitiba e Florianópolis. O canal dedicará cerca de 80% de sua programação a produção nacional totalmente inédita e o restante a programas de sucesso em outros países.

Para driblar as restrições da TV por assinatura, o canal aposta na internet. Para isso, o canal terá transmissão ao vivo 24 horas por dia em seu site oficial. O portal definitivo no endereço cheftv.com.br.

Na grade semanal, o canal terá programas com dicas e receitas, como "Pão Nosso de Cada Dia", que vai ensinar a preparar receitas de pães variados, "Bon Appétit!", com pratos franceses e "Sabor do Dendê", sobre as peculiaridades da culinária baiana. A alimentação saudável é o mote de "Sem Tempero Não Dá", e a "baixa gastronomia" de petiscos, salgados e lanches será explorada em "Chef de Segunda".

CHEFE DE SEGUNDA,
O REI DA BAIXA GASTRONOMIA
Muito legal esse canal! Gostei da maioria dos programas, mas na noite que vi o quadro sobre baixa gastronomia nunca mais fiquei um dia sem assistir e sem entrar no site, além de apresentar casas e pessoas que praticam a baixa gastronomia, ainda rola de lambuja umas receitas e dicas bem legais. Página do Chef de Segunda

sábado, 26 de março de 2011

PIRÂMIDE DE BERINJELAS

Pirâmide de berinjelas e queijo de cabra
com vinagrete de manjericão

INGREDIENTES:
12 fatias de tomates vermelhos (mesma medida que as berinjelas, aprox. 0,5 cm)
12 fatias de berinjelas. Grelhar na frigideira com azeite até casca ficar cortável
12 fatias de queijo de cabra (na falta, pode-se usar ementhal ou gouda)
80 g de tomate seco
80 ml de azeite extra virgem
10 g de folhas de manjericão
100 g de cubos de tomate sem pele e sem semente
sal e pimenta a gosto

MODO DE PREPARO:
Salgar as fatias de berinjela com sal grosso por 30 minutos.
Lavar e secar. Se usar sal comum, vai ficar salgado.
Grelhar com azeite numa frigideira.
Salgar bem de leve as fatias de tomate.
Monte as 'pirâmides' começando com a berinjela ou
o tomate (nunca com o queijo) em uma assadeira untada
com azeite e asse em forno alto por 10 minutos ou até
os tomatesmurcharem e o queijo amolecer.
Faça o molho com os cubos de tomate, os pedacinhos de
tomate seco, o manjericão picado em julienne, sal e pimenta.
Sirva sobre as pirâmides assim que saírem do forno.
Uma dica é trocar o azeite por manteiga derretida na frigideira,
sobre a qual pode ser adicionado o manjericão para
aromatizar ainda mais o molho.


BOM APETITE!!!

sexta-feira, 25 de março de 2011

BUDWEISER

A CERVEJA MAIS POPULAR DO MUNDO
Budweiser, também conhecida popularmente como Bud, foi uma cervejaria americana fundada em 1876, embora "roubada" à República Checa, que fabrica a Budweise Budvar desde 1265. É hoje a cerveja mais vendida do mundo. Tem sua versão light, a Bud light, que por sua vez é a segunda cerveja mais vendida do mundo. Recentemente foi vendida à belgo-brasileira InBev, maior cervejaria do mundo.



No ano de 1997, em parceria com a Antarctica, a cerveja é introduzida oficialmente no Brasil. Velha conhecida do brasileiros a Bud era encontrada com muita facilidade nos supermercados do país, não sei se foi depois da fusão da Antartica com a Brahma que ela sumiu.



A boa noticia é que a Ambev, subsidiária da gigante Anheuser-Busch Inbev (AB Inbev), planeja lançar a cerveja Budweiser no Brasil nos primeiros meses de 2011, segundo Milton Seligman, vice-presidente de relações corporativas da companhia.

Muito legal foi o protetor de tela igual o comercial, pena que surgiu o estraga prazer, um caso clássico de falso alarde dos 'Sapos da Budweiser', segundo o qual haveria um poderoso vírus escondido sob um protetor de tela oferecido pela empresa. Claro eu deletei o meu :(

Você apertava Ctrl + B, W, E e os sapos falavam: BUD...WEIS...ER

quinta-feira, 24 de março de 2011

O PODEROSO ABSINTHO

O TEOR ALCOÓLICO VARIA DE 50% A 85%

O absinto é um licor muito popular na França. Segundo consta, os artistas parisienses do final do século XIX e princípios do século XX adoravam beber Absinto, que chegou a ser proibido em 1915, depois de se tornar o vilão das bebidas alcoólicas e de provocar porres torrenciais nas pessoas.

O licor tem geralmente uma cor verde-pálido, com um aroma similar ao anis, porem mais sutil, devido às diversas ervas usadas. O problema é que ele apresenta uma percentagem de álcool muito elevada (45% a 85%). Na realidade, o absinto (losna) é uma planta medicinal que favorece a digestão e pode ser freqüentemente encontrada em forma de infusão ou decocção.

Mais conhecida como “fada verde”, ela continua ainda sendo muito apreciada nas montanhas Jura da Suíça e da França. O absinto suscita muitas polêmicas, pois dizem que ele pode gerar alucinações. Dizem quem bebe muito vê fadas verdes....rs

De fato, a tuiona que encontramos neste álcool pode ser muito tóxica, se consumida em altas doses. Na Suíça, as autoridades finalmente legalizaram a comercialização do álcool de absinto, para combater a concorrência estrangeira e o contrabando, principalmente nas montanhas Jura.

Só que, no nosso caso, a planta do Absinto também pode ser destilada para produzir álcool. No Brasil temos o Absinto Camargo com 54%, custa por volta de R$ 40,00 a garrafa de 200ml.

O Absinto hoje é servido de inúmeras maneiras, desde sua forma clássica, com um torrão de açucar derretido por uma pedra de gelo sobre uma colher perfurada, até nos suaves drinks com frutas ou na culinária.


Receita Original como era servido no século XIX
2 colheres pequenas de açucar
1 dose de Absinto

Em seguida despeje lentamente água mineral

Esta é a melhor maneira de inaugurar sua garrafa de Absinto,
um drink extremamente belo


Tears!